São Paulo, 28 (AE) - Vice campeões do ano passado e com títulos em 1991 e 1996, os franceses chegam ao Brasil envolvidos numa certa crise, mas com orgulho e tradição suficientes para ameaçar seriamente o favoritismo dos brasileiros. Liderados pelo técnico Guy Forget, que substituiu com competência Yannick Noah, o time da França perdeu seu principal duplista, Fabrice Santoro, mas ganhou reforços como Nicolas Escude e Jerome Golmard, que completam o time ao lado de Cedric Pioline, a principal estrela, Sebastian Grosjean e o reserva Olivier Delaitre.
Cedric Pioline é a chave deste time francês. Número 13 do ranking da Associação dos Tenistas Profissionasi (ATP) é um jogador versátil, que tanto costuma alcançar bons resultados em quadras rápidas, como em lentas. Será o número 1 da equipe e titular de simples e duplas.
Para segundo titular de simples, Guy Forget tem duas opções que vai guardá-las até o último instante: Nicolas Escude, número 37 da ATP, e Jerome Golmard, número 35. Conta ainda com Sebastien Grosjean, número 27, mas que costuma render melhor em superfícies sintéticas e, por isso, deverá ficar na reserva.
Jerome Golmard é um tenista talentoso. Tem a seu favor o fato de ter vencido nas duas últimas vezes o brasileiro Gustavo Kuerten. Por outro lado, esteve contundido, voltou no Aberto da Austrália e perdeu na primeira rodada para o inglês Tim Henman em um jogo disputado.
Nicolas Escude é outro forte tenista francês. Também tem tido sorte diante de Guga e, assim como o brasileiro, gosta de trocar tiros de fundo de quadra. Está numa boa fase e pode inclusive formar a dupla com Cedric Pioline.

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