Oposição não abre mão de eleição no LEC
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Thiago Mossini<br> Reportagem Local 
Não adianta o empresário Sérgio Malucelli nem o prefeito Barbosa Neto (PDT) espernearem O bate-chapa será inevitável no Londrina Ontem à noite, o grupo ''Alviceleste'' se reuniria em um hotel da cidade para discutir uma possível fusão com a chapa que tem como candidato Cláudio Canuto, apoiada pelo dono da SM Sports Entretanto, mesmo que a decisão da maioria fosse em favor da união, um grupo deve indicar uma nova chapa
Na sexta-feira, o próprio Malucelli afirmou que não iria ficar no Londrina em caso de bate-chapa, porque, segundo ele, a eleição estaria marcada para ser vencida pela oposição
Um integrante da chapa Alviceleste confirmou ontem à FOLHA que boa parte dos integrantes é a favor da manutenção da candidatura ''Se o Getúlio (Castilho, candidato da chapa à presidência), sair, colocamos outro, o Luisão (Luís Souto de Camargo, ex-vice-presidente na gestão de Agostinho Miguel Garrote)'', afirmou um dos membros da chapa
Enquanto isso, a chapa de Canuto, tenta melar a eleição de outra forma A alegação é de que a forma como foi elaborado o novo estatuto é questionável
Ontem, Malucelli não se encontrou com o promotro Heiler Natali, como havia falado, para tratar de uma possível rescisão contratual ''Se não em engano, não falo com o Sérgio desde a assinatura do contrato Mas estou com muita dificuldade de entender essa situação Não sei qual é o temor, mas o rompimento terá consequências'', disse Natali
O empresário curitibano recebeu ontem a visita do técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo Eles estariam estudando investir juntos na construção civil na cidade O treinador visitou o prefeito e negou novamente ser sócio da SM ''Não tenho nenhuma intenção de participação nos negócios da SM Sports Vim para dar algumas orientações ao Sérgio Meu negócio é outro, ser técnico de futebol Conheço o Sérgio há muitos anos, fora do futebol temos alguns empreendimentos, mas é só isso'', disse em entrevista à Rádio Brasil Sul
A vinda do treinador também é uma estratégia do empresário para mostrar força com seu ciclo de relacionamentos ''Se você criar a expectativa do torcedor do Londrina que o Sérgio vai ser o mecenas do futebol, esquece que não é por aí Se ele tem uma empresa que está há 20 anos no mercado, conhece futebol, tem mais de 100 jogadores, tem que acreditar que a coisa vai funcionar Vai fazer o time prosperar e como negócio ele tem direito a retorno, se não quebra Londrina é um mercado atrativo para quem quer investir no futebol Tenho certeza que se o Londrina passar à primeira divisão a cidade põe 25 mil torcedores no estádio'', analisou o técnico


