Opinião (Jairo Gomes)
Opinião (Jairo Gomes)
E agora, Londrina?
E o Londrina foi rebaixado para a Segunda Divisão do futebol paranaense. O que parecia impossível até alguns anos atrás tornou-se uma triste realidade para os londrinenses. Agora é hora de repensar, para tentar fazer com que o time reaja e volte à divisão de elite do futebol estadual o mais breve possível, sem virada de mesa. No fim da década de 60, o Paraná Esporte Clube, então o outro time de Londrina, também foi rebaixado, mas não disputou a segunda divisão: no ano seguinte fez uma fusão com o Londrina Futebol e Regatas, surgindo então o Londrina Esporte Clube.
Enquanto isso, a Sociedade Amigos do Londrina (SAL), que continua no comando do futebol londrinense, diz já ter um esquema para o Campeonato Brasileiro da Série B. Mas espera o apoio da prefeitura. Parece difícil sair um acordo. Por outro lado, as categorias menores, e, em especial os juniores, depois das várias dificuldades, vivem a expectativa de melhora, com o apoio de um grupo de empresários. Falando em júnior, a equipe acabou ficando fora da Copa Jacy Scaff - ex-presidente do próprio Londrina - que está sendo disputada por times da região, em comemoração aos 50 anos da Liga de Futebol de Londrina.
- Com o rebaixamento do Londrina, a esperança de a cidade ter uma equipe na primeira divisão fica com a Portuguesa, que está disputando a segunda fase do Campeonato Paranaense da A-2. Porém, as dificuldades de ter um time na A-1 são grandes e os exemplos estão aí, vide o Londrina e Maringá. Por isso, os dirigentes da Lusa devem estar pensando se compensa ou não ter uma equipe na principal divisão, porque os gastos serão bem maiores do que agora na A-2. Enquanto isso não acontece, a Lusa vai cumprindo boa campanha neste quadrangular da A-2, com grandes chances de passar para a fase seguinte. Mas em plena disputa, a direção tem que renovar os contratos de alguns jogadores.
- E o basquete do Grêmio Londrinense parece que finalmentevai ter um patrocinador. Só com este apoio o time poderá se reforçar visando as próximas competições. Um cheque de RS 150 mil será entregue hoje pelo secretário de Esportes e Turismo, Osvaldo dos Santos, às 15 horas na Prefeitura.
O basquete feminino serviu para levantar o moral esportivo do Fluminense, do Rio. Duas vezes rebaixado no Campeonato Brasileiro de Futebol, o Flu, apesar de ter um time basicamente formado por paulistas, acabou faturando o título em cima do BCN/Osasco, tirando uma hegemonia de vários anos de São Paulo. Já no masculino, a tarefa vai ser mais difícil, pois dos quatro semifinalistas, três são paulistas (Franca, Rio Claro e Ribeirão Preto) e só um é do Rio (Vasco). A série de cinco jogos que vai indicar os finalistas começa amanhã.





