Os padeiros da capital paulista, boa parte deles ligada à colônia lusitana, decidiram declarar guerra ao grupo VR, patrocinador do Campeonato Paulista. Nenhum deles irá aceitar os tíquetes da VR nos cerca de 100 estabelecimentos paulistanos. Tudo porque o dono da VR, corintiano de coração, teria dito que o Corinthians não poderia ficar fora da final do Paulistão.
A medida é reflexo ainda do assalto cometido, no último domingo, pelo árbitro argentino Javier Castrilli em cima da Portuguesa com a marcação daquele pênalti escandaloso a favor do Corinthians, aos 47 minutos do segundo tempo.
Apesar de a Fifa não permitir que jogos sejam anulados por erros deste tipo, a marcação de um outro jogo entre Corinthians e Portuguesa seria a forma mais correta de reparar o dano causado à equipe do Canindé.
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Depois da lambança de Javier Castrilli, a Federação Paulista poderia escalar o inglês Ronald Biggs - aquele do famoso assalto ao trem pagador que vive numa boa no Rio - para dirigir o jogo de amanhã entre São Paulo e Corinthians. Pelo menos, todos saberiam de antemão que Biggs poderia aprontar alguma.

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