Jo­han­nes­bur­go - ­Após uma se­ma­na de pa­ra­li­sa­ção, aca­bou on­tem a gre­ve dos fun­cio­ná­rios da cons­tru­ção ci­vil da Áfri­ca do Sul. As­sim, com o acor­do de rea­jus­te sa­la­rial dos ope­rá­rios, as ­obras pa­ra a Co­pa do Mun­do de 2010 fo­ram re­to­ma­das, sem um atra­so que pos­sa pre­ju­di­car a rea­li­za­ção do even­to.
  Cer­ca de 70 mil tra­ba­lha­do­res ti­nham ade­ri­do à pa­ra­li­sa­ção, que afe­tou as ­obras de in­fraes­tru­tu­ra e nos es­tá­dios pa­ra a Co­pa de 2010. ‘‘A gre­ve aca­bou. Con­se­gui­mos uma boa ­oferta’’, anun­ciou Le­si­ba Ses­ho­ka, por­ta-voz do sin­di­ca­to dos fun­cio­ná­rios da cons­tru­ção ci­vil na Áfri­ca do Sul.
  No iní­cio do mo­vi­men­to, os ope­rá­rios pe­diam 13% de au­men­to sa­la­rial, con­tra uma ofer­ta de 10,5% dos pa­trões. Mas, ao lon­go da se­ma­na, as ­duas par­tes fo­ram ce­den­do, até che­gar ao rea­jus­te de 12%. Re­pre­sen­tan­te dos em­pre­ga­do­res na ne­go­cia­ção, ­Schalk Ac­ker­man dis­se que o acor­do foi ‘‘­histórico’’.
  A gre­ve dos ope­rá­rios afe­tou to­das as ­obras de in­fraes­tru­tu­ra, que in­cluem ae­ro­por­tos e es­tra­das. ­Além dis­so, pa­ra­li­sou a cons­tru­ção de ­três es­tá­dios que se­rão uti­li­za­dos na Co­pa de 2010.

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