Menos de uma semana após ver o sonho de voltar à elite do futebol paranaense acabar, o Operário já começa a planejar a temporada 2006. O presidente do clube, Sílvio Cosmoski, confirmou ontem que o trabalho começará em janeiro, visando a Série Prata do ano que vem.
Para Cosmoski, dois fatores prejudicaram o time na reta final da competição. ''Faltou um pouquinho de estrutura'', protestou o presidente. ''Por causa daquele probleminha (caso Bruxo), os árbitros ficaram com raiva do Operário e foram muito rigorosos. Achei a arbitragem tendenciosa desse cidadão (Héber Roberto Lopes)''.
O técnico Ricardo Pinto está nos planos do clube. Já o treinador aguarda propostas de times da Primeira Divisão. Ele também não gostou da atuação de Héber, mas reconheceu a superioridade do Galo Maringá. ''O Héber é um baita juiz, mas acho que errou na expulsão. Mas temos que reconhecer a superioridade na estrutura deles'', elogiou o treinador.
No Cascavel, o clima não foi tão tranquilo. O presidente Sérgio dos Santos criticou o treinador Roberto Palmieri e condenou jogadores, que teriam abusado das noitadas. O time abriu vantagem de três gols, mas permitiu o empate do Toledo, que ficou com a vaga ao vencer nos pênaltis por 5 a 4.

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