Ni­va­nor Ber­nar­di - Nas­ci­do em Apiú­na (SC) em 1949, Ni­va­nor Ber­nar­di vi­veu a ­maior par­te de sua vi­da em Cu­ri­ti­ba. Por ser mui­to for­te, era co­nhe­ci­do co­mo o ‘‘Tou­ro do ­Paranᒒ. Foi um dos pre­cur­so­res do mo­to­cross na­cio­nal, ten­do ga­nho se­te tí­tu­los bra­si­lei­ros, ­dois vi­ces la­ti­no-ame­ri­ca­nos (75-77), um bi­cam­peo­na­to da Co­pa Holly­wood (85-86), ­além de ter fi­ca­do em 11º no Mun­dial do Ja­pão (77). Ni­va­nor mor­reu aos 45 ­anos em 25 de ­abril de 1995 de in­su­fi­ciên­cia he­pá­ti­ca. A fa­mí­lia ain­da re­si­de na ca­pi­tal pa­ra­naen­se on­de, pos­sui con­ces­sio­ná­ria de mo­tos.
Pe­dro Ber­nar­do Rai­mun­do (Mo­ron­gui­nho) - O pi­lo­to gaú­cho Pe­dro Ber­nar­do Rai­mun­do, Ni­va­nor Ber­nar­di e Ro­ber­to Boett­cher ­eram co­nhe­ci­dos co­mo os ‘‘­Três ­Mosqueteiros’’ do mo­to­cross na­cio­nal, na dé­ca­da de 1970. En­tre 76 e 85, Mo­ron­gui­nho con­quis­tou 14 tí­tu­los na­cio­nais e ­dois la­ti­no-ame­ri­ca­nos. Ele pa­rou de com­pe­tir em 87 e ho­je re­si­de em Ga­ro­pa­ba (SC).
Ro­ber­to Boet­cher - Aos 52 ­anos, goia­no Ro­ber­to Boett­cher é ou­tro pi­lo­to que fez his­tó­ria no mo­to­cross na­cio­nal. É o úni­co pi­lo­to bra­si­lei­ro que dis­pu­tou um Cam­peo­na­to Mun­dial por com­ple­to (12 eta­pas), em 1997, quan­do re­si­dia na Ho­lan­da. Boett­cher foi cam­peão bra­si­lei­ro por ­três ve­zes e fa­tu­rou ain­da um La­ti­no-Ame­ri­ca­no. Ele co­man­da ho­je a Fe­de­ra­ção de Mo­to­ci­clis­mo do Es­ta­do de ­Goiás.
Ál­va­ro Cân­di­do Fi­lho (Pa­ra­guaio) - Ou­tra ‘‘­lenda’’ do mo­to­cross na­cio­nal, Pa­ra­guaio foi um dos pi­lo­tos de pon­ta que ­mais cor­reu no Cas­te­lo El­do­ra­do. Ele é con­si­de­ra­do o ‘‘quar­to ­mosqueteiro’’, ao la­do de Ni­va­nor, Mo­ron­gui­nho e Boett­cher. Aos 52 ­anos, Pa­ra­guaio mo­ra em So­ro­ca­ba. ­Seus ­dois fi­lhos, Ál­va­ro Cân­di­do e Ális­son Mi­chel se­gui­ram os ­seus pas­sos e são pi­lo­tos de mo­to­cross.
­Ylton Ve­lo­so Ca­val­can­ti (Pa­rai­bi­nha) - Foi um dos íco­nes do mo­to­cross na­cio­nal nas dé­ca­das de 1970 e 1980, quan­do era co­nhe­ci­do co­mo a ‘‘sim­pa­tia do mo­to­cross ­brasileiro’’. Pa­rai­bi­nha mor­reu em aci­den­te du­ran­te uma pro­va em Pe­tró­po­lis (RJ), em 1988, quan­do li­de­ra­va o Cam­peo­na­to Bra­si­lei­ro da ca­te­go­ria.
Jor­ge Ne­gret­ti - Nas­ci­do em Bra­gan­ça Pau­lis­ta em 12 de ­maio de 1968, Jor­ge Ne­gret­ti já faz par­te de uma se­gun­da ge­ra­ção de pi­lo­tos de mo­to­cross. Ele ini­ciou a car­rei­ra aos 14 ­anos e co­le­cio­na tí­tu­los, en­tre os ­quais o de cam­peão bra­si­lei­ro das 250cc e Co­pa do Bra­sil de Are­na­cross (98), tri­cam­peão bra­si­lei­ro das 125cc (87/88/89), te­tra­cam­peão bra­si­lei­ro das 250cc (87/90/91/98) e tri­cam­peão bra­si­lei­ro de Su­per­cross (89/91/95). Ne­gret­ti é pre­cur­sor da mo­da­li­da­de Frees­tyle no Bra­sil e do­no de equi­pe. Ain­da ho­je dis­pu­ta pro­vas pe­lo Bra­sil.
Eduar­do Sa­ça­ki (Ja­po­nês Voa­dor) - O pi­lo­to apu­ca­ra­nen­se Eduar­do Sa­ça­ki es­treou nas pis­tas em 1983, em Cas­ca­vel e, nes­te mes­mo ano, foi vi­ce-cam­peão pa­ra­naen­se na ca­te­go­ria 125cc. Fa­tu­rou o Holly­wood Su­per­cross (1989), o Cam­peo­na­to Bra­si­lei­ro (1990) e o Are­na­cross (1995/2000/2002/2004). Sa­ça­ki so­freu um gra­ve aci­den­te em 2005, em Car­los Bar­bo­sa (RS), du­ran­te um trei­no. Ele te­ve trau­ma­tis­mo cra­nia­no, um rim e o ba­ço re­ti­ra­dos, ­além de fra­tu­ras na 5ªe 6ªvér­te­bras. Sa­ça­ki fi­cou dez ­dias em co­ma. Atual­men­te, aos 40 ­anos, mi­nis­tra cur­sos pe­lo ­País e no ano pas­sa­do par­ti­ci­pou de pro­vas do Cam­peo­na­to Gaú­cho.

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