Imagem ilustrativa da imagem OLHO TÁTICO - A primeira goleada?







O que esperar do confronto entre uma seleção que chega na véspera da estreia, após uma ameaça de greve e sem alguns destaques e um grupo de semi amadores que está feliz só pela classificação e tem como meta apenas não ser humilhado? A Nigéria campeã africana chegou ontem ao Brasil para jogar hoje. O técnico Stephen Keshi perdeu o atacante Emenike e cortou o meia Onazi, ambos por lesões. Mas também descartou Moses do Chelsea e os experientes Yobo, Odemwingie e Obafemi Martins. A aposta é em jovens que atuam no país. Keshi não deve fugir do 4-3-3 habitual. A defesa tem o ofensivo lateral Echiejile como opção de saída. No meio, John Ogu deve substituir Onazi. O mais famoso é Obi Mikel, que atua no Chelsea. Quem arma o time e se aproxima dos atacantes, porém, é Mba. Na frente, muita movimentação com Ideye centralizado, mas abrindo espaços para as diagonais dos ponteiros Musa e Oduamadi. O aiti vem para se defender. Temendo derrotas históricas, o técnico Eddy Etaeta apela para um 5-4-1 com o volante Caroine recuando para a zaga. Vahirua, o único profissional que atua no Panthrakikos (GRE) volta para ajudar Chong-Hue na articulação. Na frente, Alvin, o atacante dos quatro membros da família Tehau. Mais uma das muitas peculiaridades da seleção de professores, entregadores, pedreiros e um alpinista. A aposta fácil é de muitos gols da Nigéria. Mas como acreditar no interesse dos africanos e duvidar da força e da fé dos campeões da Oceania que já foram tão longe? Duelo imprevisível

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