O que esperar
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
Diego Prazeres/Editor de Política 
Tem tanta resolução de ano novo por aí que eu nem me atrevo a listar as minhas metas por aqui. Gosto da frase de uma antiga propaganda de fim de ano: um feliz ano novo é a gente que faz. Este 2018 derradeiro não teve lá grandes novidades para o esporte londrinense - a despeito dos destaques da base que a edição de hoje do De Primeira traz.
No campo dos chamados esportes de alto rendimento, acho que a boa nova foi a retomada do vôlei feminino, embora muito fortuita. Foi muito legal ver o desempenho das meninas durante a Liga B e o envolvimento da torcida com o time. O vice-campeonato ficou de bom tamanho. Uma pena que o projeto não teve a solidez suficiente para permitir que a cidade ficasse com uma vaga na elite do voleibol. Ficou aquele gostinho de quero mais e a triste sensação de que Londrina padece de uma política de incentivo inaceitável para um polo onde transita uma população de um milhão de habitantes.
No futebol, o ano também foi de "quase deu". No Paranaense, perdeu-se muito tempo apostando em um treinador ainda inexperiente, o que rendeu em uma campanha sofrível no primeiro turno e outra pouco redentora no segundo. Na verdade, o Londrina foi coadjuvante, de novo.
Na Série B, a mesma coisa. Um turno claudicante, com trocas de treinadores, e depois um returno empolgante, com destaque para o show de Dagoberto. O cara do ano. Mais uma vez, o acesso à Série A foi apenas uma ilusão.
Para 2019, o que eu espero em relação ao Tubarão é que haja o mínimo de planejamento na Série B, algo que a ida do técnico para o Novorizontino, junto com meio time, pode comprometer. E, por favor, agilidade na tentativa de preparar o clube para a saída do gestor, prevista para 2021. Ele já sinalizou que não pretende renovar o contrato de 10 anos. Então, mãos à obra. Um ótimo 2019.


