Quando se fala em taekwondo é comum para muitas pessoas lembrar primeiro do esporte de atletas como Diogo Silva ou Natália Falavigna.
Mas antes de virar esporte, o taekwondo já existia como uma arte marcial milenar, criada na Coreia para ser utilizada pelo exército no campo de batalha. De lá pra cá, a arte se popularizou e criou raízes como a do taekwondo olímpico, onde muitas técnicas tradicionais deixaram de ser utilizadas, tornando a modalidade mais técnica.

Mas em Londrina um mestre 5º Dan pretende resgatar o que o tempo se encarregou de guardar. E essa foi uma das ideias que instigaram Jair Queiroz a desenvolver a metodologia de ensino que ele chama de Kroz Combat, onde os golpes de taekwondo vão muito além dos socos e chutes praticados na modalidade olímpica. São saltos, giros e até mesmo técnicas para derrubar o adversário.

Além da arte coreana, Queiroz mistura técnicas de outros tipos de luta, como boxe e hapkydo. Ainda é possível, segundo ele, incluir elementos típicos do le parkur e até mesmo street dance, ressaltando a liberdade para criar durante lutas e apresentações. ''Como nosso foco não é o olímpico, então que seja mais elaborado e bonito. A ideia é ter essa liberdade de movimentos, mas claro que com limites, usando apenas aquilo que realmente vai embelezar. Tanto que há coisas que é possível usar na luta, mas não em apresentações, assim como o inverso'', explica Queiroz.

Leia mais na reportagem de João Fortes

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