São Paulo - Para chegar às quartas-de-final, a seleção mexicana tem no seu caminho um jogo contra os EUA, um rival antigo. As duas seleções da Concacaf – entidade que controla o futebol da América do Norte, Central e Caribe – se encontram amanhã, às 3h30.
‘‘Eles [os norte-americanos] são um adversário que conhecemos bem. Mas, à esta altura, os dois times estão começando do zero’’, disse o zagueiro De Anda.
‘‘Será uma batalha. Sabemos que podemos vencer, e, se eles vencerem, também será justo’’, afirmou o meia norte-americano Donovan. Na história dos confrontos entre os dois países, os mexicanos levam vantagem nas vitórias, mas, nas últimas partidas, os norte-americanos vêm se igualando.
Embora sejam rivais, o grupo mexicano minimiza o fato e assume o discurso de que faria pouca diferença se enfrentasse os EUA ou Portugal.
Considerado uma surpresa na competição, o México chega ao jogo embalado pela boa campanha na primeira fase, que lhe garantiu o primeiro lugar no Grupo G.
A trajetória mexicana inclui as vitórias sobre a Croácia (1 a 0) e sobre o Equador (2 a 1). Contra os italianos, os mexicanos venciam a partida por 1 a 0 até os 40 minutos do segundo tempo, quando os europeus empataram. Já os EUA, no Grupo D, começaram bem ao bater Portugal por 3 a 2, empataram em 1 a 1 contra os sul-coreanos e terminaram sendo derrotados por 3 a 1 pela Polônia. Mesmo irregulares, ficaram em segundo no grupo e garantiram presença nas oitavas, graças também à Coréia do Sul, que bateu os portugueses por 1 a 0.
Na equipe norte-americana, estarão ausentes contra o México os zagueiros Agoos, que se machucou no jogo com a Polônia, e Hejduk, que levou o segundo cartão amarelo na mesma partida.
O técnico Arena disse ainda não ter decidido como serão feitas as substituições no setor defensivo. Mas, é quase certa a entrada de Regis no time.

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