Onze dos 33 anos de Lúcio foram dedicados à seleção brasileira. Durante esse tempo, ele foi campeão mundial em 2002 e participou de duas outras Copas, sendo capitão na África. Por isso, tem moral de sobra para dar a bronca pública que deu nos candidatos a estrela. Ontem, o capitão criticou os estrelismos da seleção brasileira e, sem medir as palavras, chutou o balde: ''O símbolo que está na frente da camiseta é mais importante do que o nome que vai atrás'', disparou, referindo-se ao individualismo dos jogadores.

Leia mais na matéria de Thiago Mossini, enviado à Argentina.

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