Carlos Arthur Nuzman foi aclamado presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, e ficará no cargo por mais seis anos, até o término dos Jogos Olímpicos de 2004, na Grécia. Em comum acordo com os conselheiros do COB e com apoio do Comitê Olímpico Internacional, esse novo mandato terá o acréscimo de dois anos. A mudança, segundo Nuzman, ‘‘é um ajuste necessário para que o mandato de cada presidente, a partir de agora, termine sempre após a realização de uma Olimpíada’’.
O período dos mandatos, até aqui, vinha terminando sempre dois anos antes de uma Olimpíada, o que acabava por dificultar as negociações com patrocinadores. Pela fórmula antiga, o presidente do COB tinha pouco poder de negociação, pois ele poderia não estar no cargo até a realização dos Jogos Olímpicos consequente.
A prioridade do dirigente é trabalhar para que toda a estrutura do esporte olímpico no Brasil seja revista, sempre em parceria com o COI. Nuzman cita os modelos utilizados em países como a Austrália, os EUA, Itália e Holanda, que têm uma distribuição financeira relativamente equilibrada.

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