Rustemburgo - Itália e Paraguai são consideradas as seleções favoritas às duas vagas do Grupo F às oitavas de final. Mas Nova Zelândia e Eslováquia, que se enfrentam às 8h30 (de Brasília) desta terça-feira, no estádio estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo, querem provar que podem ao menos dar trabalho, em que pese a falta de experiência em Copas do Mundo.
A Eslováquia herda parte do legado da antiga Checoslováquia, duas vezes vice-campeã mundial, mas disputará na África do Sul a sua primeira Copa como nação independente. Já a Nova Zelândia volta a disputar a maior competição do futebol depois de 28 anos - sua primeira e única participação foi na Copa da Espanha, em 1982.
O atual treinador dos ''Kiwis'', Ricky Herbert, disputou o Mundial da Espanha como jogador e tenta passar aquela experiência para seus jogadores. ''Passou muito tempo. Foram 28 anos para que as coisas mudassem. É bom estar de volta. Tudo isso é uma lembrança longínqua, mas querida'', afirmou.
O principal jogador neozelandês é o zagueiro e capitão Nelsen, de 32 anos, e que atua pelo Blackburn, da Inglaterra.
A Eslováquia conta com jogadores mais rodados e conhecidos. Tem no zagueiro Skrtel, do Liverpool, e no meia Marek Hamsik, do Napoli, suas principais estrelas. ''Vamos jogar um bom futebol e lutar por um lugar na segunda fase'', disse o técnico Vladimir Wiess, confiante que a seleção possa repetir o desempenho dos últimos amistosos, como na vitória por 3 a 0 sobre a Costa Rica.





EM RUSTEMBURGO

Nova Zelândia

Paston; Reid, Nelsen e Smith; Bertos, Vicelich, Elliott, Lochhead e Smeltz; Fallon e Killen. Técnico: Ricki Herbert

Eslováquia

Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Cech; Weiss, Strba, Hamsik e Stoch; Sestak e Vittek. Técnico: Vladimir Weiss

Árbitro: Jerome Damon (AFS)
Estádio: Royal Bafokeng
Horário: 8h30 (de Brasília)

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