A seleção brasileira juvenil de vôlei masculino, que conquistou domingo o Mundial, na Polônia, desembarcou ontem no Rio de Janeiro e trouxe na bagagem a certeza de que o esporte continuará a ter um papel de destaque no cenário internacional. ''O que faz a diferença é a técnica apurada de nossos atletas. Já que no quesito altura estamos iguais'', festejou o técnico Marcos Lerbach.
O incentivo às categorias de base no vôlei foi lembrado por Lerbach, campeão em 1993, como um dos principais pontos para o sucesso na competição. Segundo ele, ao entrar em quadra, o mais importante é a formação de ''homens e atletas para a seleção brasileira adulta''.
Diferente de outras modalidades olímpicas, o vôlei brasileiro, em especial o masculino, vem conquistando resultados expressivos. O investimento nas categorias de base é a garantia de renovação. A prova é que um dos principais problemas a estatura dos atletas , já está solucionado. Em termos de altura, a seleção infanto-juvenil supera todas as outras com a média de 1,99 m, seguida pela campeã mundial juvenil com 1,97 m e, por último, a seleção brasileira adulta, com 1,94 m. ''Procuro compensar minha baixa estatura fortalecendo a musculatura e aprimorando meus saltos'', disse o ponta Murilo, 1,90 m.

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