A morte do ex-jogador norte-americano Joe DiMaggio, de 84 anos, ontem, pegou de surpresa os praticantes do beisebol em Londrina. Os mais veteranos no esporte, como Carlos Kussano, 53 anos, diretor de divulgação da modalidade da Associação Cultural e Esportiva de Londrina (Acel), disse que o nome do ex-ídolo norte-americano não causou maior repercussão, porque, quando ele jogava (parou em 1952), a modalidade tinha pouca divulgação no País.
Kussano frisa que na época a divulgação do beisebol norte-americano inexistia, mas que este panorama mudou agora. Segundo ele, com a televisão a cabo, os jovens passaram a acompanhar os jogos da Liga e eleger os seus ídolos. ‘‘Hoje, eles sabem de cor os nomes dos principais atletas. Principalmente os batedores, casos de Mark Mcguire, do Cardinals, e Sammy Sosa, do Chicago Cubs. A fama deles é semelhante a dos nossos artilheiros do futebol, como Ronaldinho’’, diz Kussano.
Mcguire e Sosa estabeleceram recordes de home-run (jogada sem defesa), que duravam mais de 20 anos, na última temporada. Mcguire bateu 71 home-runs (o recorde anterior era de 61) e Sosa, 67.

mockup