Nova Ferrari faz seu primeiro teste
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terça-feira, 01 de março de 2005
Agência Lancepress! 
São Paulo - O novo carro da Ferrari, o F2005, foi à pista pela primeira vez na manhã de ontem, em Mugello (Itália). Curiosamente, o primeiro teste não foi feito nem pelo heptacampeão mundial Michael Schumacher e nem pelo brasileiro Rubens Barrichello, mas sim pelo piloto de testes Luca Badoer, em uma sessão a portas fechadas.
A estréia do F2005 estava prevista para segunda-feira, mas a neve e o gelo impediram o teste. Ontem, apesar da temperatura abaixo de zero grau, o carro deu suas primeiras voltas, que não tiveram seus tempos divulgados. Nos últimos anos, a estréia dos novos Ferrari sempre vieram acompanhadas de recordes de pista.
A programação da Ferrari inclui outros dois dias de testes em Mugello, sempre com Luca Badoer. Schumacher e Barrichello só devem ter contato com o carro após o GP da Malásia. Em princípio, o F2005 deve competir pela primeira vez no GP da Espanha, quinta etapa.
Montoya Às vésperas de disputar a sua primeira corrida na McLaren, o GP da Austrália, neste sábado, o colombiano Juan Pablo Montoya afirmou que espera entrar para a galeria dos pilotos campeões mundiais pela equipe inglesa, que tem, entre outros, Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Alain Prost e Ayrton Senna, a quem considera seu ídolo.
''A corrida é mais especial para mim porque é a minha primeira na McLaren. Tivemos uma boa pré-temporada, onde conheci o carro e a equipe. Com as novas regras, o mais importante será conseguir um bom balanço no carro e, caso não se consiga isso, os pneus serão prejudicados'', declarou o colombiano.
Renault O presidente do grupo Renault, Louis Schweitzer, disse ontem que a continuidade da escuderia de Fórmula 1 está nas mãos de seu sucessor, Carlos Goshn, que assumirá o cargo no próximo dia 1º de maio. Schweitzer negou que tivesse condicionado a permanência da equipe na categoria à conquista de títulos mundiais. Por outro lado, o presidente da Renault disse que o alto investimento da montadora precisa ser recompensado com vitórias o mais rapidamente possível.
''Para um fabricante está claro que a Fórmula 1 representa uma grande despesa e que vencer é muito bom. Quando perdemos, parece absurdo estar na categoria'', opinou Schweitzer.
Depois de voltar à categoria há três anos, após 17 temporadas de afastamento, a Renault ficou em quarto lugar nas temporadas de 2002 e 2003 e acabou em terceiro no ano passado, após ocupar a vice-liderança durante a maior parte do campeonato.


