Notas baixas em avaliação motivam mudanças
São Paulo - Em setembro do ano passado, a CBF submeteu todos os árbitros e auxiliares de seu quadro a uma avaliação teórica. Os resultados foram alarmantes: apenas 45,1% tiraram nota 7 ou superior, numa prova que apresentava 20 questões de múltipla escolha (com quatro alternativas). Três dias depois que os resultados foram conhecidos pelo público, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, baixou um pacote de medidas, entre as quais a criação do ranking e a renovação do quadro.
''O ideal seria uma renovação total, mas isso é impossível'', disse Teixeira à época, em nota oficial publicada no site da CBF, definindo a situação como ''alarmante''. Curiosamente, o ranking que está sendo criado pela comissão de arbitragem preza justamente pelo contrário da renovação.
''Usamos o critério da experiência justamente para não queimar nenhum árbitro'', diz Sérgio Corrêa da Silva. ''Aos poucos vamos fazer alterações nos critérios e os jovens terão chance.'' (M.F./Agência Estado)





