No LEC, parceria está ameaçada; nome de Iran Campos cresce
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quinta-feira, 04 de julho de 2002
Lúcio Flávio Moura <br>Reportagem Local 
A instransigência do Londrina com a contraproposta do Clube Osasco, time da Série A-3 do Paulistão que negocia uma parceria para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, pode complicar ainda mais a preparação do time para o segundo semestre.
O clube da Grande São Paulo não gostou do volume de obrigações que constava na minuta enviada pelo LEC esta semana e ofereceu uma contraproposta que também não agradou a diretoria do Tubarão. As divergências estão relacionadas principalmente a um piso mensal de investimento, que o LEC estipulou em R$ 100 mil.
O Osasco e o Roma Apucarana, sócio minoritário, não aceitaram a idéia de expressar o valor no contrato e nem com o pagamento de todos os encargos do elenco de jogadores e dos funcionários do LEC que seriam cedidos à parceria. Outra exigências que os possíveis parceiros recusaram foi o pagamento integral das taxas de inscrição dos jogadores.
A Folha apurou que as duas partes estão descontentes com a negociação, que está a um passo de ser encerrada com final infeliz. No LEC, a situação delicada pode desembocar na ascensão mais uma vez do nome do presidente do Londrina Júnior Team, Iran Campos.
O empresário, em mais uma oportunidade, seria a tábua de salvação de um clube que sofre de penúria crônica nos últimos anos. Ninguém arrisca apostar em outra saída em caso de insucesso nas negociações com os possíveis parceiros. Ontem, a CBF divulgou oficialmente a tabela da Segundona. O Londrina estréia em 13 de agosto, no Serra Dourada, contra o Vila Nova.


