Quando criança, Guerreiro viveu em Chorrillos, região de Lima com poucos recursos. Como ele disse ao .Depor., sempre jogou futebol com seus amigos em vários campinhos nos distritos de Chorrillos. Com muita gente. Por isso, as
pessoas de Chorrilos não o esquecem. Sobretudo os mais velhos, que lembram como jogava o menino Paolo nos campinhos e como jogou Guerrero no Japão. Mas todos concordam que o menino permanece humilde e sempre correto.
O tour continuou depois em Victoria, em Olivos e Callao. Em cada parada, as pessoas se jogavam contra
o ônibus. Jovens e velhos, todos queriam tocar Guerrero ou receber presente de suas mãos. Por cada local que passamos, as pessoas demonstraram felicidade e as crianças tiveram um Natal incrível. Paolo diz que sempre passou pelos mesmos lugares nos cinco anos.
Em Callao, uma região realmente perigosa, Paolo foi recebido como um herói, como em todos os pontos, mas neste bairro especificamente, foi visto com um respeito especial e muita admiração.
- Não reconhecem Paolo só pelo que ele tem feito no futebol, mas principalmente porque ele sempre se lembra dos pobres e das pessoas que não têm recursos. Então, ele criou um carinho especial nesse povo . explica Taquechi.

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