Nílton Santos, lateral-esquerdo do bicampeonato em 1958 e 1962, disse que preferia que o jogo de domingo tivesse sido um pesadelo. ‘‘Gostaria de estar sonhando e só acordar amanhã (ontem), para assistir de novo à final’’, disse.
Para a ‘‘Enciclopédia do Futebol’’, a vitória francesa foi incontestável. ‘‘Se alguém merecia ganhar, foi a França, que mandou no jogo.’’
Para Nílton Santos, a derrota foi um castigo merecido e pode servir de alerta para não haver comparações infundadas entre jogadores do presente e do passado. ‘‘Querem comparar Ronaldinho a Pelé, Denílson a Garrincha ou Roberto Carlos a mim’’, lembrou. ‘‘Não tem nada a ver: Ronaldinho pode ser o melhor hoje, contra os jogadores de hoje, mas Pelé era o melhor de sua época, contra outros jogadores e eleito pela crítica mundial o atleta do século.’’ (AE)

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