Neymar prevê uma grande final
Rio - A final da Copa das Confederações de 2013 irá colocar a melhor seleção do momento, por ser a atual bicampeã europeia e campeã mundial, diante do futebol que é dono do recorde de cinco títulos mundiais e que ainda jogará em casa. Espanha e Brasil se enfrentam neste domingo, às 19 horas, no Maracanã, naquela que poderá ser uma das "melhores partidas da história". Pelo menos foi o que garantiu o atacante Neymar, principal esperança brasileira na busca pelo quarto título do torneio.
"São dois estilos parecidos, por gostarem de jogar. Equipes que não ficam muito atrás, saem para o jogo, gostam de atacar. Então, vai ser uma das melhores partidas da história. Sabemos que podemos cravar nosso nome no futebol brasileiro e mundial, sabemos da importância dessa partida. Precisa ter coração, ir até o limite, usar a inteligência. Vai ser uma partida que vai ficar para o resto da minha vida", disse Neymar, em entrevista coletiva nesta sexta-feira no Rio.
Apesar de o Brasil ser considerado o "País do futebol", é a Espanha que tem dominado o cenário atualmente. Com um estilo de troca de passes e valorização da posse de bola, montou uma seleção que já é considerada uma das melhores em todos os tempos Neymar sabe disso e admite que os adversários são os melhores do mundo na atualidade, mas garante que o time brasileiro tem condições de superá-los.
"Temos que jogar futebol, não podemos ter medo de nada. Vamos enfrentar os melhores do mundo, mas temos grandes jogadores e somos a seleção brasileira. O respeito e a admiração por eles são grandes, mas dentro de campo nosso futebol é bonito, e confiamos muito um no outro para que possamos fazer um grande jogo e saiamos campeões", comentou o atacante de apenas 21 anos, recém-contratado pelo Barcelona, time que forma a base dessa supercampeã seleção espanhola. "Temos que ter o respeito, mas dentro de campo temos que nos impor."
Para superar o envolvente futebol espanhol, o Brasil terá que mostrar um grande desempenho em campo, mas conta também com a força das arquibancadas. Antes descrentes, os torcedores brasileiros abraçaram a seleção nesta Copa das Confederações e o apoio tem contagiado e incentivado os jogadores. (A.E.)





