Nenê quer ganhar mais na NBA
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quarta-feira, 26 de outubro de 2005
Agência Estado 
São Paulo - A imprensa norte-americana continua insistindo que o ala-pivô Nenê Hilário não deve renovar o seu contrato de trabalho com o Denver Nuggets. ''Eu sei o meu preço. Eu sei que estou pronto para fazer uma boa temporada'', disse Nenê, conforme publicou o site Rocky Mountain News, ontem, no noticiário dos Nuggets, mostrando que está difícil o acerto financeiro com o clube.
Nenê, 23 anos, 2m11 e 121 quilos, confessou que não acredita numa extensão do seu contrato, de US$ 3 milhões nessa temporada, até segunda-feira (dia 31), o prazo final dado pela NBA aos clubes para que façam as propostas e renovem os contratos de trabalho dos atletas que chegaram à NBA no draft de 2002, como Nenê. Se a equipe não fizer uma proposta para Nenê, ele será agente livre restrito (dono do próprio passe) para negociar com uma outra franquia na próxima temporada (2006/2007), caso o Denver não cubra a oferta.
Nenê, que tem médias de 10,7 pontos e 6,2 rebotes nas três primeiras temporadas que disputou, está procurando fazer um contrato similar ao de Samuel Dalembert, de US$ 64 milhões, por seis anos, assinado em julho. Dalembert tem média de 6,9 pontos e 6,6 rebotes em três temporadas (ele passou 2002/2003 machucado).
A assessoria de Nenê confirmou que é pequena a tendência de que haja a renovação de contrato entre o ala-pivô e o Denver Nuggets. Se a extensão é difícil de ocorrer, Nenê já foi sondando pelo New Jersey, Sacramento, Los Angeles Clippers, Boston e Chicago Bulls. Mas o Denver, segundo a assessoria, costuma deixar para resolver esse tipo de assunto nos últimos dias do prazo dado pela liga, que é segunda.
NLB - O Winner/Limeira, jogando em casa, venceu a Telemar/Rio por 83 a 80 (47 a 42), terça-feira à noite, no primeiro jogo da Nossa Liga de Basquete (NLB), no ginásio Vô Lucatto lotado, pela Conferência Norte. O jogo marcou a entrada em quadra da NLB, criada em 16 de março e não reconhecida pela Confederação Brasileira de Basquete. O torneio é o primeiro movimento formal de nomes representativos Oscar, Paula e Hortência contra a forma como o basquete vem sendo administrado no País.


