Nem mudança de cidade atrai torcida lusitana
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segunda-feira, 11 de junho de 2007
Thiago Mossini<br>Reportagem Local 
A Portuguesa Londrinense mudou de nome e de cidade em busca de alguns simpatizantes. O time profissional virou CAC/Portuguesa, abandonou Londrina, mas de nada adiantou. Na primeira competição que o clube disputou na nova casa, pouco mais de 400 testemunhas compareceram ao Estádio José Garbelini, em Cambé, para acompanhar a partida contra a Adap Galo. Nesta soma, já estão incluídos os torcedores do time maringaense, do Cianorte e do Londrina, que também atuaram na rodada dupla.
O estádio vazio decepcionou o presidente lusitano, Amarildo Vieira Martins, que esperava pelo menos dois mil pessoas, segundo suas previsões. ''É decepcionante, mas quem sofreu aqui (em Londrina) suporta esperar mais um pouco para ganhar o torcedor'', lamentou sem deixar se abater. ''Eram sete de Maringá, cinco de Cianorte, uns 50 de Londrina e pelo menos 500 de Cambé'', exagerou Martins.
Se o público decepcionou o cartola, o time não. Pelo menos é o que ele garante. Martins afirmou que a equipe que foi dominada e caiu diante da Adap Galo não é a principal e que, com os reforços, será diferente. ''Sem o Lima, o Aléssio e o Marcão, o time fica muito ingênuo. Com eles ganha em experiência e ficamos mais fortes. Minha preocupação é a partir de janeiro (quando começa o Paranaense). Não que vou entrar por entrar na Copa Paraná, pelo contrário, se tiver tomando de 3 entro no campo e bato nos jogadores'', disparou.
Ele espera definir hoje o retorno do veterano Aléssio, que estava no Olímpia-SP. Também está prevista para hoje a reapresentação do atacante Marcão. Os dois, porém, não devem participar do clássico de domingo, contra o Londrina, que já começa a ser apimentado. ''Domingo estaremos em campo firmes e fortes. Agora a obrigação de vencer é do Londrina, que vai jogar em casa. Nosso negócio não é só ganhar do Londrina. É chegar na frente. Isso é questão de honra'', provocou Martins.


