Náutico de Nei tirou vaga do time de Serrão
O Londrina Esporte Clube tem pela frente, hoje, uma situação bem parecida com a do ano passado, quando enfrentou o Náutico no mata-mata da Série B. Naquela ocasião, o Londrina chegou à terceira partida também em igualdade de condições: perdeu no Recife por 2 a 1 (havia saído na frente) e venceu a primeira das duas que jogaria no Estádio do Café por 1 a 0 (o goleiro adversário Nei só não fez chover).
O desfecho, porém, foi desastroso: o jogo decisivo contra os pernambucanos, disputado no dia 7 de outubro, também uma terça-feira à noite, acabou em 1 a 1 - Chapecó abriu o placar aos 36 do 1º tempo e Wanderley Jacomin empatou aos 41 do 2º, levando a decisão para os pênaltis. Foi onde o time capitulou: Milton (hoje no América Mineiro) e Luiz Carlos Oliveira erraram as duas primeiras cobranças e o Náutico fechou a série, fácil, em 4 a 2.
Se há uma semelhança, há também uma diferença: em 97, parte da torcida, da imprensa e do time de José Carlos Serrão considerava o Náutico um timinho. Desta vez, o adversário foi respeitado desde o primeiro jogo. Talvez esteja aí a sorte deste Londrina de Varlei.Arquivo FolhaMuralha pernambucanaNei frustra mais um ataque do Londrina no segundo jogo de 97Rogério Fischer





