São Paulo - Embora seja favoritíssima a defender o Brasil nos Jogos Pan-Americanos do Rio, a campeã mundial de taekwondo Natália Falavigna admite que o formato da disputa favorece a presença de zebras, e lembra que seu bom retrospecto nesta temporada, com várias medalhas em torneios internacionais, de nada adiantará.
  ‘‘Agora não interessa o que cada um fez ao longo do ano. Todas têm que subir no dojan e provar que são as melhores ou que estão em melhor momento’’, afirmou a paranaense, quarta colocada em sua categoria, acima de 67 quilos, na Olimpíada de Atenas, em 2004.
  Natália diz que não está 100% fisicamente, depois de disputar o Sul-Americano e participar de um forte período de treinos com a seleção brasileira – na semana passada, ela recebeu o prêmio de melhor atleta do ano em sua modalidade no Prêmio Brasil Olímpico. ‘‘Consegui descansar um pouco quando voltei para casa, em Londrina, mas não posso dizer que estou na minha melhor forma’’, explicou.
  A seletiva será disputada em formato de triangular, todas contra todas, e as duas primeiras colocadas seguem para um período de treinos com a seleção. Quem tiver melhor desempenho nesse período se classifica para disputar o Pan, no qual o Brasil, mesmo como anfitrião, terá apenas uma vaga.

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