Natália precisa manter o retrospecto
Natália Falavigna vê o torneio na Inglaterra como decisivo para suas pretensões olímpicas. ''Das três competições grandes que teria este ano, esta Seletiva é a principal, pois a participação na Olimpíada é o meu projeto prioritário e uma medalha (em Pequim) o meu maior sonho''. Os Jogos Pan-Americanos, por terem sido no Brasil, e o Mundial da China, segundo ela, ''também foram muito difíceis e relevantes'', mas esta Seletiva tem uma importância especial porque sua meta maior é a Olimpíada.
Se Natália repetir o seu desempenho histórico - nunca retornou de uma competição internacional sem medalha -, ela voltará de Manchester com a vaga, já que os três primeiros de cada categoria se classificam. Este ano, mantendo a média, ganhou medalha de bronze no Mundial da China e de prata no Pan do Rio.
Coreano - O técnico Pan Sun Chun, contratado há três anos pela Confederação Brasileira de Taekwondo para ajudar a desenvolver a modalidade no País, disse que o Brasil vem subindo de produção a cada ciclo olímpico. ''Com o trabalho de renovação que vem acontecendo, nos próximos quatro anos, até a Olimpíada de Londres (2012), o taekwondo brasileiro dará um salto'', afirmou.
''A Coréia tem a maior tradição porque lá se ensina taekwondo na escola e toda criança começa a lutar com 4 para 5 anos. É igual ao futebol no Brasil'', comparou Chun. Atualmente, segundo ele, os outros países mais fortes na modalidade são China, Taipei, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Turquia, Itália, Azerbaijão e Irã. (J.K.)





