Na avaliação dos técnicos que estão em Sydney, o Brasil está 12 anos atrasado em relação a países como Estados Unidos, Austrália, Itália, Holanda, Ucrânia, Suécia entre outros, na natação. Segundo eles a quebra de recordes, sem artifícios, pode ser explicada pela adoção da ciência e da tecnologia aliadas de um programa de desenvolvimento de talentos.

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