México e Coréia do Sul se enfrentam hoje, às 12h30, pelo Grupo E, em Lyon, na condição de principais ‘‘potências nanicas’’ da Copa. Potências porque, em termos regionais, não possuem rivais à altura na história dos Mundiais. Nanicas pois, nas Copas de que participaram, apresentaram desempenho pífio, com aproveitamento de vitórias mais que sofrível.
O México irá disputar sua 11ª Copa, recorde entre as seleções da Confederação da América do Norte, Central e do Caribe (Concacaf). É seguido de longe pelos Estados Unidos, que completarão na França a sua sexta participação. Além das duas, todas as outras seleções da região que foram à Copa têm só uma participação - caso da estreante Jamaica.
O respeitável retrospecto mexicano nas eliminatórias cai por terra quando o time começa a jogar a fase final dos Mundiais. Em 33 jogos disputados em Copas, a equipe perdeu 18, empatou 8 e venceu apenas 7 - 21,2% de aproveitamento de vitórias. As melhores campanhas foram em 70 e 86 - sexto lugar em ambas -, justo quando foi sede.
A Coréia do Sul também lidera o número de presenças em Copas entre os times da Federação Asiática, indo para a sua quinta disputa. A Arábia Saudita participará de seu segundo Mundial. Japão e Irã, os outros representantes asiáticos na Copa da França, estão no grupo dos ‘‘debutantes’’ da competição. Mas, em Copas, os coreanos jamais venceram. Em 11 partidas, perderam 8 e empataram 3.
O México joga completo. A seleção mexicana que enfrenta a Coréia do Sul terá um ataque experiente, formado por Luis Garcia e Luis Hernández. A vitória do México sobre a seleção mais fraca do Grupo E é obrigatória. O técnico Cha Bum Kun não contará com dois jogadores importantes: o meia Choi Sung-yong e o principal atacante, Hwang Sung-hong, que já marcou 40 gols em 80 partidas.

FICHA TÉCNICA

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