Após ter resultado positivo em seu exame de anti-doping, a nadadora Laura Azevedo, 21 anos, recebeu ontem uma notícia que a deixou ''desnorteada'': o remédio usado para inibir seu ciclo mestrual não foi o responsável pela presença das substâncias anabólicas metiltestosterona, estanozolol e nortestosterona em sua urina. Ela acreditava ter sido o medicamento, usado sob a pele, o responsável pelo diagnóstico. Sua mãe, Margarete, fez críticas à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e até o início da noite ainda procurava um advogado para cuidar do caso.
''Meu técnico (o alemão Michael Lohberg) se informou no laboratório responsável pelo medicamento e no setor de doping americano. Seria impossível o remédio provocar o doping'', disse Laura, por telefone, de Coral Springs (EUA), onde treina e cursa fisioterapia. (Agência Estado)

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