De sensação do Campeonato Paranaense em 2009 a favorito ao rebaixamento em 2010. Em um ano as comemorações deram lugar ao desespero de voltar à segunda divisão. Com cinco pontos, o Nacional é o vice-lanterna do torneio, atrás apenas do Engenheiro Beltrão.
No clube, obviamente, todos acreditam que é possível escapar. Porém, a tarefa é muito complicada. Pelos cálculos da diretoria, com 15 pontos se livre da degola.
Na próxima rodada, o Nacional vai a Paranaguá encarar o Rio Branco. Depois, recebe o Atlético. Em seguida, vai a Curitiba pegar o líder Coxa e volta ao Érich Georg, em Rolândia, para enfrentar o Iraty. Na capital, pega o Paraná e por fim recebe o Operário. ''Temos que vencer os três jogos contra os times do interior e arrancar um empate com um dos três de Curitiba'', resumiu o gerente de futebol, Sidiclei Menezes.
Para complicar ainda mais, o time perdeu a parceira carioca que sucederia o empresário Persius Sampaio e o ortopedista Alexandre Queiroz na Royal Player, co-gestora do clube. Após a sequência negativa, o empresário Luís Rodrigo Esteves da Silva teria voltado para o Rio de Janeiro em definitivo, ''abandonando o barco''.
Enquanto tenta pagar as dívidas deixadas, o clube se reforça com os laterais Alyson, ex-Foz do Iguaçu, e Kim, ex-Botafogo, o meia Lima, ex-Corinthians Paranaense, e os volantes Carlinhos, ex-Engenheiro Beltrão, e Eduardo, que estava em Goiás.
Em contrapartida, cinco atletas foram dispensados, todos ligados à ex-parceira. Saíram Douglas Silva, Paraíba, Conceição, Nélio e Luizinho.

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