Na Grande Área - Armando Nogueira
A seleção venceu. A vitória brasileira está sendo atribuída muito mais à força subjetiva da camisa azul do que ao poderio técnico da equipe. Pelo que se viu, uma equipe, realmente, de segunda mão. Foi de Scolari a idéia de trocar a camisa amarela pela azul. Pura superstição. Pelo menos nessa Copa América, tudo faz crer que a camisa amarela já era. A vez, agora, é do azul, a cor que simboliza o outro lado do espelho. No arco-íris filosófico de Felipão, o amarelo talvez sugerisse presunção e, por fim, infortúnio. O azul, pelo contrário, simboliza calma, serenidade e renovação. Viva, pois, à camisa azul, o manto da divindade que salvou do inferno da desclassificação a seleção brasileira.
A ÚLTIMA CARTADA





