A seleção virou samba do crioulo doido. Vai disputar a Copa das Confederações com um de time de fim-de-feira. Aliás, a própria Copa não é mais que um arremedo de torneio. Não tem a menor relevância, a não ser pro presidente da FIFA que não passa de um grande pândego. Inventou essa Copa das Confederações só pra fazer média com as concacafes da vida. Nem caça-níqueis é.
De qualquer modo, seria, ao menos, uma chance pra Leão montar uma seleção, já que ainda não temos nenhuma, pra enfrentar a pauleira das eliminatórias contra Uruguai e Argentina; sem falar na Bolívia que, por jogar nos cornos da lua, lá em cima, é dureza pra qualquer um. Agora, mesmo, a Argentina subiu a serra e conseguiu empatar, só Deus sabe por quanto suor.
No episódio caricato da nova seleção, ficou claro que Ricardo Teixeira não tem mais pulso pra dobrar os clubes fornecedores de craques à seleção.
Por falar em seleção, um leitor da coluna, que mora em Sidney, me manda um correio-eletrônico desconsolado. Imaginem, amigos, que um jornal australiano, falando sério, diz que se a Austrália tiver que disputar repescagem com um sulamericano, o adversário ideal, sabem quem seria? O Brasil, minha gente!

UM SACO DE GATOS

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