Chega o fim do ano, e os amigos leitores me pedem que escale a minha seleção da temporada brasileira. Habitualmente vem chumbo, por aí. São vozes discordantes. É assim mesmo que caminha o futebol: polêmico, apaixonado. Nada mudou na alma do torcedor, em um século. Se não agradar, tudo bem. Minha seleção é tiro n’água, não mata ninguém. Jamais entrará em campo.

Vamos lá:

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