Wanderley Luxemburgo deixou uma impressão constrangedora, na CPI do Senado. Evasivo, amnésico, dissimulado, o técnico não se explicou quando interrogado sobre depósitos bancários em nome dele, fugiu a perguntas que mereciam respostas claras, suou frio na testa ao falar da transação que trouxe pro Santos o jogador Arinelson. Na história, apareceu um dinheiro em favor de Luxemburgo, um dinheiro, repito, mal cheiroso. Diga-se, por bem, que os senadores portaram-se dignamente, nenhum deles fez teatro, a começar do relator Geraldo Althoff que guardou, sempre, uma linha de objetividade, da qual só se desviou o senador Maguito Vilela. Vilela tentou transformar o trabalho investigativo da CPI num show de arquibancada. Levou, porém, um elegante chega-pra-lá do presidente da CPI, senador Álvaro Dias.

FUTEBOL POBRINHO

mockup