NA GRANDE ÁREA - Armando Nogueira
Guga deu-se muito bem em Hamburgo. A final contra o russo Marat Safin não foi tão boa quanto as demais partidas de Guga no torneio. Os dois cometeram muitos erros não forçados. Sobretudo, Guga, a partir do terceiro set. Uma vez mais, Guga nos fez viver momentos de angústia, justamente porque a fadiga muscular voltou a conspirar contra ele. Guga venceu, domingo, pela tenacidade. Os músculos fraquejavam, a toda hora; a mente, jamais. E quando mente e coração se entendem, os músculos, mesmo espoliados, vão a reboque da obstinação gloriosa obstinação que vem a ser um dos encantos de um grande campeão.
Uma musculaçãozinha...





