Falta pouco para o Brasil estrear na Copa do Mundo. Amanhã o time enfrenta a seleção da Malásia no seu último amistoso preparatório. É interessante, faltando uma semana para a estréia o time de Felipão ainda não está definido. Até parece o Londrina que entra ano sai ano e ninguém sabe qual é o time titular. No amistoso de amanhã deve jogar Kléberson, que ganhou a posição, nos treinos, de Vampeta e Gilberto Silva.
Como ficou demonstrado na partida contra a seleção da Catalunha, o time carece de conjunto. Em jogo de Copa do Mundo, o jogador precisa saber onde seu companheiro está. É bom lembrar que esta competição reúne o que há de melhor no futebol mundial. Não há bobos como muita gente imagina.
O Brasil tem alguns dos principais jogadores do mundo na atualidade. Ronaldo foi duas vezes considerado o melhor do planeta – Rivaldo também ganhou a honraria. Roberto Carlos ficou entre os três melhores duas vezes e temos ainda Ronaldinho Gaúcho, o melhor na França; Lúcio, que fez um extraordinário campeonato alemão; sem contar ainda com Cafu, titular da Roma há uma eternidade. Em se tratando de qualidade técnica não dá para reclamar. Ops, dá para reclamar do Roque Júnior, o rei da lambança. Mas não adianta ter os melhores se eles não se entenderem em campo.
A falta de conjunto transforma o Brasil em uma grande incógnita. A equipe terá que conquistar entrosamento durante a competição. Se isso ocorrer, e torcemos para isso, o Brasil, com certeza, dará muito trabalho para os adversários e quem sabe Cafu não consiga disputar sua terceira final de Copa do Mundo e entrar para a história.
- Não há duvida de que Oscar Schimidt é o maior jogador de basquete que o Brasil já teve. Mas a idade não perdoa. Depois que perdeu a agilidade Oscar passou a jogar mais com a boca do que com as mãos. Recentemente em uma entrevista ao programa Cartão Verde ele confirmou que faz pressão e procura irritar a torcida como forma de desestabilizar o adversário. Na última partida contra o COC/Ribeirão aprontou tanto que acabou expulso. O sinal vermelho apareceu. Está na hora de deixar as quadras. Se continuar, poderá ser lembrado como o maior jogador e também o maior chorão que o Brasil já viu.
- Na última partida oficial do primeiro semestre, contra o Malutrom, o Londrina estreou jogador. Manteve o padrão confuso que vem caracterizando o time há alguns anos.
- A boa nova foi a volta ao estádio Vitorino Gonçalves Dias que passou por uma reforma e está muito bonito, ao contrário do time.
- No dia seguinte às decisões da Copa do Brasil e do Rio-São Paulo, os corintianos da Redação da Folha espalhavam cartazes com os dizeres: ‘‘Meu nome é Deivid’’. Ontem, curiosamente, os cartazes eram outros: ‘‘Meu nome é Basílio’’.
- Depois da campanha para evitar a extinção do mico-leão-dourado, os ecologistas estão lançando a campanha para evitar o fim dos santistas, uma espécie cada vez mais rara.

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