Roque Júnior. O nome não é adequado para um jogador de futebol. Rock é uma música que abusa das guitarras, bateria, um som mais pesado, duro. Roque Júnior seria um bom nome para um jogador de futebol americano. Aquele esporte saudável onde inúmeros mastondontes se atropelam durante uma partida, distribuindo cotoveladas em quem estiver pela frente.
Seria melhor que o zagueiro da seleção se chamasse Samba Júnior. Aí sim. Uma música que soa a ginga, drible, habilidade com os pés. Mas não, ele se chama Roque Júnior.
E Roque Júnior, mais uma vez, foi mais rock do que nunca com a camisa da seleção. Pesado, sem ginga foi o ponto negativo da defesa brasileira. Caso queira manter o esquema 3-5-2, o técnico Luiz Felipe Scolari precisará redefinir algumas funções. O lateral Cafu, que vai muito a linha de fundo mas cruza mal barbaridade, seria escalado para marcar o zagueiro Roque Júnior. Sim, alguém precisa marcá-lo. Não deixá-lo sozinho nem no banco de reservas caso Felipão resolva escalá-lo para a nobre função de ver os companheiros correr em campo enquanto espera uma oportunidade para entrar.
Mas se Roque Júnior anda mais Roque Júnior do que nunca, o Brasil pôde, na quarta-feira, contra a seleção de Portugal, ver um ataque criativo e com chances de dar muitas alegrias à torcida. Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho provaram que, afinados, metem medo em qualquer defesa. Melhor do que isso. Ao olhar para o banco, ainda é possível ter a disposição Denilson, Djalminha, França e vários outros. Bem armado, esse time pode ir bem mais longe do que imaginávamos até agora. Que bom.
- Em outros tempos um jogo entre o Londrina e o Grêmio Maringá era sinal de rivalidade extrema. A semana era cheia de provocações de ambas as partes. Perder a partida era sinal de cabeça inchada por um bom tempo. Para o torcedor do Londrina, a partida do próximo domingo contra o Galo no Estádio do Café, parece não ter o mesmo peso de antigamente. Para os gremistas, porém, nada mudou. A torcida do alvinegro promete lotar 20 ônibus para empurrar seu time.
- A Portuguesa Londrinense não tem parceria com a empresa do jogador Cafu. Não houve casamento. Como diria a garotada: eles ficaram, nem chegou a ser namoro.
- Que ar de felicidade dos jogadores do Corinthians quando o árbitro apitou o final da partida contra o Paraná Clube. Estavam felizes por ter perdido de 1 a 0. Resultado injusto se for considerado o sufoco que o Timão passou nas mãos do tricolor paranaense.
- Sem árbitro para sacanear, o São Paulo tripudiou em cima do Vasco.
- Litoral, areia da praia, mar, brisa, é o Santos em férias. No stress.

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