Muricy Ramalho quebra cabeça no Santos
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Agência Estado 
Santos - O meio de campo é a maior preocupação de Muricy Ramalho a três semanas da estreia do Santos no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. Como Elano (recuperado da quinta lesão no ano) e Ibson (uma das mais caras contratações da história do clube) não conseguem recuperar a forma técnica, falta um segundo meia para ajudar Paulo Henrique Ganso na articulação das jogadas. E, o mais grave: o treinador pode ter perdido mesmo o seu melhor marcador, Adriano, para a competição mais importante do clube nas últimas quatro décadas.
O volante é a esperança para travar o envolvente futebol de Lionel Messi na provável decisão contra o Barcelona, mas torceu o tornozelo direito no fim do primeiro tempo do jogo contra o Atlético Goianiense, na quinta-feira passada, no Pacaembu, só consegue andar apoiado em muletas e pode até passar por cirurgia.
Os médicos do Santos só falam sobre contusões em entrevista coletiva autorizada pelo clube. As informações sobre jogadores lesionados são repassadas pela assessoria de imprensa ou colocadas no site oficial do clube. Com Adriano, o mistério é maior ainda. Na sexta da semana passada, dia seguinte à contusão, havia a promessa de divulgação do resultado da ressonância magnética a que o jogador se submeteria. Mas, até esta terça a única novidade era que Adriano fará novo exame porque o resultado do primeiro foi inconclusivo.
Se realmente perder Adriano, Muricy Ramalho tanto poderá prender Henrique para ser o primeiro volante ou escalar Rodrigo Possebon, que é da posição e tem experiência internacional por ter sido jogador do Manchester United, da Inglaterra.


