Muricy nega orientação e defende punição aos gandulas
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Gazeta Press 
São Paulo - Jogadores e comissão técnica do Corinthians reclamaram bastante do trabalho dos gandulas durante o clássico contra o São Paulo. O técnico Emerson Leão acusou um deles de provocá-lo durante o jogo. Mas o treinador do Tricolor, Muricy Ramalho, esclareceu que não tem qualquer participação no esquema de reposição de bola do estádio do Morumbi. ''Não sou um técnico viciado. Não preciso fazer essas palhaçadas de orientar gandulas. Nem conheço e nem sei que são. Se aconteceu algo, foi por iniciativa deles e devem ser punidos. Mas não ganhamos por isso'', afirmou o comandante são-paulino.
Outra reclamação dos corintianos esteve na atuação do trio de arbitragem comandado por Paulo César de Oliveira. O Timão lamentou alguns impedimentos marcados no primeiro tempo e ainda um pênalti no volante Daniel nos acréscimos da etapa complementar. Só que Muricy Ramalho não concordou com essa análise. ''A arbitragem foi tranquila. Deu cartões para os dois lados, expulsou atletas das duas equipes. Não teve influência no resultado'', disse o técnico campeão brasileiro.
Para Muricy Ramalho, a diferença no clássico esteve na boa arquitetura tática apresentada pelo São Paulo. Depois de sofrer algumas ameaças nos minutos inicias, o Tricolor melhorou a marcação e dominou o adversário. ''O time foi muito juntinho, não tem o que contestar'', explicou o treinador, que citou a participação de um de seus atletas. ''Temos que destacar o Leandro, a sua determinação, o que ele passa aos seus companheiros. É um guerreiro. Tem uma dinâmica que confunde o adversário'', finalizou Muricy Ramalho.
Libertadores - O Audax Italiano está consciente de que terá uma pedreira na estréia da Taça Libertadores da América. Na abertura do grupo 2, os chilenos enfrentam amanhã o São Paulo, atual vice-campeão sul-americano.
Por isso, o técnico Raúl Toro não economiza elogios ao adversário. ''Na minha visão, o São Paulo é melhor do que os principais times argentinos, portanto é o mais forte do continente'', opinou o treinador. ''Mas não tenho medo'', completou o comandante do Audax, confiante em um bom resultado na estréia perto de sua torcida.


