São Paulo - Jadílson, Souza, Leandro, Aloísio e Richarlyson. Com exceção de Leandro, que foi dispensado e viajou para Goiás a fim de resolver problemas particulares, os outro quatro jogadores citados foram sacados do time do São Paulo para a estréia no Campeonato Brasileiro por motivos técnicos. Mesmo assim, continuam com moral junto ao treinador tricolor, Muricy Ramalho.
O comportamento de quem ficou no banco de reservas foi exaltado pelo comandante e deu pontos extras aos atletas, agora reservas do atual campeão brasileiro. ''A gente conhece os jogadores quando eles ficam de fora. Houve o respeito para com o comandante e o respeito entre eles, pois todos sabem que não cometo sacanagens. Todos torceram muito do banco e deram força a quem estava jogando'', testemunhou.
Questionado se teria conversado com os jogadores sacados do time na partida contra o Goiás, Muricy acenou a cabeça positivamente, mas negou-se a revelar o teor da conversa. Disse apenas que não tirou Souza, Aloísio e companhia para ''fritar'' os jogadores, criticados após a eliminação da Libertadores da América.
''Quando eu tiro um jogador, tenho que falar algo, mas não para vocês, da imprensa, e sim para ele, que é meu parceiro. O Souza, por exemplo, foi o melhor lateral no Brasileiro do ano passado. Não vou fritar o jogador, não faço isso'', bradou. ''Sei que é difícil perder a Libertadores, mas não vou fritar jogadores para me defender. Isso eu nunca vou fazer'', repetiu.
Muricy negou também que a queda de rendimento e a dispensa de Leandro tenham ocorrido por causa da contratação de Dagoberto, seu concorrente por um lugar no time. ''Não tem nada entre o Leandro e o Dagoberto. O Dagoberto foi bem recebido pelo Leandro e por todo o grupo. O que eu quis foi ajudar o rapaz (Leandro) com o problema dele. Só isso'', finalizou o treinador são-paulino.

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