MUNDO DA BOLA
Se arrependimento matasse...
Os dirigentes do Porto, de Portugal, não devem se perdoar por venderem o meia Diego ao Werder Bremen, da Alemanha. Eles não tiveram paciência para esperar que o meia brasileiro se adaptasse ao futebol europeu. Agora, o ex-jogador do Santos vem apresentando seu verdadeiro futebol. O gol marcado na última rodada do Campeonato Alemão foi sensacional - chutou a bola antes do meio-campo, aproveitando que o goleiro adversário não estava em sua área. Diego, dificilmente, permanecerá muito tempo no Werder.
Buscando títulos
Antes de se preocupar com uma transferência para um grande clube europeu, Diego quer ajudar o Werder Bremen a conquistar os títulos alemão e da Copa da Uefa. No Alemão, o Werder está dois pontos atrás do líder Schalke 04, do lateral-direito Rafinha. Pela competição européia, o time alemão joga hoje com o Espanyol, em Barcelona, pelo jogo de ida das semifinais (a Rede Record transmite o jogo ao vivo às 15h30). Na outra semifinal, o duelo será espanhol, entre Sevilla, atual campeão, e Osasuna.
Desconhecido brasileiro
Um desconhecido brasileiro pode conquistar a Chuteira de Ouro, prêmio que a Uefa destina ao maior artilheiro dos campeonatos nacionais da Europa. O atacante Afonso Alves, do Heereveen, da Holanda, lidera a disputa com 45 pontos, seguido pelo italiano Francesco Totti, da Roma, que soma 42. Afonso, que já marcou 30 gols no Campeonato Holandês, recebeu o prêmio de atleta do ano na Holanda. Ele foi descoberto no time de base do Atlético-MG, depois jogou quatro temporadas na Suécia, onde foi campeão uma vez e eleito o melhor jogador em outra.
60 anos de um mito
O holandês Johan Cruyff comemorou ontem 60 anos. Uma data especial para aquele que foi, seguramente, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. Com o Ajax ganhou oito vezes a Copa da Holanda e com a seleção holandesa chegou à final da Copa do Mundo de 1974, que perdeu para a anfitriã Alemanha. Cruyff foi eleito o jogador europeu do ano em 1971, 1973 e 1974 e jogador europeu do século. Após encerrar a carreira como jogador, Cruyff tornou-se técnico de futebol e voltou a se destacar comandando Ajax e Barcelona.
Gilmar Agassi
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