MUNDO DA BOLA
Voltando à rotina
Terminada a Copa do Mundo, a coluna Mundo da Bola volta a ser publicada às quinta-feiras trazendo informações de jogadores brasileiros, principalmente paranaenses, que se destacam no futebol internacional. Não faltarão também notícias importantes de personalidades e clubes de outros países.
Mudando de time
O atacante paranaense Ilan, ex-Paraná Clube e Atlético-PR, continuará atuando no futebol francês, porém em um novo clube. Ele foi anunciado como reforço do Saint-Etienne, depois de assinar contrato por quatro anos. Ilan tem 25 anos e estava há duas temporadas no Sochaux, onde marcou 22 gols em 54 jogos disputados. Na Copa da Uefa, que disputou na temporada 2004/05, marcou quatro gols em seis partidas. O Saint-Etienne foi o 13º colocado na última temporada francesa.
Ao menos humildade
Ronaldinho Gaúcho ainda não conseguiu repetir na seleção seu desempenho no Barcelona e em outros clubes que já defendeu. Sua participação na Copa de 2006 foi lamentável. Porém, ao menos, ele teve humildade em reconhecer que ficou devendo aos torcedores. Ao contrário de jogadores experientes, como Cafu, Ronaldo e Roberto Carlos, o meia do Barcelona pediu desculpas aos brasileiros e prometeu se esforçar para melhorar nas próximas competições. A seleção brasileira precisa de jogadores que tenham amor pela pátria e não fiquem somente pensando em recordes individuais.
Não se pode errar
A CBF deve anunciar nos próximos dias o nome do novo técnico da seleção brasileira. Depois da decepção na Alemanha, a direção da entidade não tem o direito de errar na escolha. Eu gostaria que Felipão fosse o técnico, mas acho difícil ele voltar nesse momento. Quanto a Luxemburgo, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, é favorável a seu nome, mas existem diretores influentes da entidade que não gostam do técnico do Santos. Sendo assim, existem grandes chances de Paulo Autuori ser o escolhido. Experiência, o ex-técnico do São Paulo tem. Falta saber se Autuori conseguiria trabalhar com tantas estrelas. Só espero que a escolha fique entre esses três nomes e não inventem manter a atual comissão técnica.
Escolha certa
Os técnicos da Itália, Marcello Lippi, e da Alemanha, Jurgen Klinsmann, fizeram muito bem em deixar o comando de suas respectivas seleções ao término da Copa do Mundo. Depois de conquistar o título mundial, Lippi seria muito cobrado e teria a obrigação de vencer todos os compromissos à frente da seleção italiana. Já Klinsmann, que levou os alemães ao delírio com o terceiro lugar e um futebol vistoso no Mundial, quer apenas descansar e não quer saber das cobranças da imprensa e de torcedores alemães. Eles sabem que no futebol o que importa é o presente. De nada adiantaria o desempenho na Copa, se no futuro próximo suas seleções começassem a perder.





