MUNDO DA BOLA
PUBLICAÇÃO
sábado, 08 de julho de 2006
Gilmar Agassi 
O grande dia
Chegou o dia do mundo conhecer e reverenciar os novos campeões mundiais do futebol. Independente do vencedor Itália ou França , a taça Fifa estará em boas mãos. Nos seis jogos disputados até o momento no Mundial da Alemanha, as duas seleções européias demonstraram eficiência. Se não foram brilhantes em todos jogos, conseguiram superar as adversidades com um futebol solidário, onde o sucesso coletivo supera as ambições individuais.
Sem favorito
Num clássico de tamanha grandeza só um irresponsável poderia afirmar que existe um favorito. As duas seleções se equivalem. As defesas são sólidas a Itália sofreu apenas um gol e a França dois , o meio-campo consegue conciliar marcação, habilidade e precisão nos passes, e o ataque vem se mostrando letal para os adversários. Em toda história das Copas do Mundo, provavelmente, nenhuma final reuniu duas seleções tão parecidas técnica e taticamente.
Decisão longa
Toda essa similaridade entre França e Itália pode significar sofrimento para seus torcedores. Se não ocorrer um grande falha de um jogador ou do trio de arbitragem, o jogo tem tudo para ser decidido na prorrogação ou até mesmo nos pênaltis para desespero dos italianos, que não tem bom retrospecto nessa modalidade de decisão. É só lembrar que nas Copas de 1990, 94 e 98, os italianos deixaram o Mundial derrotados, exatamente, nos pênaltis. Em 1998, inclusive, a derrota foi para a própria França, nas quartas-de-final.
O grande dia
Chegou o dia do mundo conhecer e reverenciar os novos campeões mundiais do futebol. Independente do vencedor Itália ou França , a taça Fifa estará em boas mãos. Nos seis jogos disputados até o momento no Mundial da Alemanha, as duas seleções européias demonstraram eficiência. Se não foram brilhantes em todos jogos, conseguiram superar as adversidades com um futebol solidário, onde o sucesso coletivo supera as ambições individuais.
Sem favorito
Num clássico de tamanha grandeza só um irresponsável poderia afirmar que existe um favorito. As duas seleções se equivalem. As defesas são sólidas a Itália sofreu apenas um gol e a França dois , o meio-campo consegue conciliar marcação, habilidade e precisão nos passes, e o ataque vem se mostrando letal para os adversários. Em toda história das Copas do Mundo, provavelmente, nenhuma final reuniu duas seleções tão parecidas técnica e taticamente.
Decisão longa
Toda essa similaridade entre França e Itália pode significar sofrimento para seus torcedores. Se não ocorrer um grande falha de um jogador ou do trio de arbitragem, o jogo tem tudo para ser decidido na prorrogação ou até mesmo nos pênaltis para desespero dos italianos, que não tem bom retrospecto nessa modalidade de decisão. É só lembrar que nas Copas de 1990, 94 e 98, os italianos deixaram o Mundial derrotados, exatamente, nos pênaltis. Em 1998, inclusive, a derrota foi para a própria França, nas quartas-de-final.
Duelo tático
Os jogadores são os responsáveis pelo espetáculo, mas um comandante inteligente é fundamental para o sucesso de um time de futebol. E isso as duas seleções têm. Marcello Lippi conseguiu superar as dúvidas existentes sobre seus jogadores e formou uma seleção homogênea. Mesmo os craques, Totti e Del Piero, se doam para o time e ajudam na marcação. Já Raymond Domenech demorou, fez algumas escolhas contestáveis, mas, enfim, conseguiu que seus ''velhinhos'' voltassem a mostrar o futebol de 1998, quando foram campeões. O resultado da final passará pelo talento dos jogadores, mas, também, pela estratégia a ser utilizada pelos dois técnicos.
Despedida do gênio
Maior algoz do futebol brasileiro nos últimos anos, o gênio Zinedine Zidane faz hoje seu último jogo como atleta profissional. E não poderia ser de melhor forma. Qual jogador não sonhou deixar os campos com o título de campeão mundial? Zidane pode concretizar esse sonho. E seria muito justo por tudo que ele fez ao futebol mundial. São incontáveis os lances geniais que ele proporcionou aos torcedores durante sua carreira. Nós, brasileiros, infelizmente, ficaremos com uma imagem de destruidor de ilusões, mas Zidane, na verdade, foi o responsável por fazer muitas crianças sonharem com a carreira profissional e a magia do futebol.
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