MUNDO DA BOLA
Chegou a hora
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não pode perder a oportunidade de fazer uma limpa na seleção brasileira. Tem que começar pela comissão técnica. Chega de Parreira e Zagallo. Precisamos de mentes jovens no comando da seleção. O elenco também precisa de uma rejuvenescida. Cafu e Roberto Carlos já passaram da hora de se despedir. Tem outros que também não demonstram ter ''espírito de seleção''.
A Copa é deles
Em somente duas Copas do Mundo disputadas na Europa, uma seleção de outro continente conseguiu disputar a final. O Brasil, em 1958, na Suécia, quando conquistou seu primeiro título e a Argentina, em 1990, na Itália, quando perdeu a final para a Alemanha. Não estou afirmando que houve um complô em favor das seleções européias. A verdade é que é muito difícil enfrentar os europeus e seus torcedores.
Resultado enganador
Desde que Itália e Alemanha se classificaram para uma das semifinais da Copa, muito se tem falado do jogo amistoso realizado no início do ano, quando os italianos golearam por 4 a 1. Os italianos que não fiquem com a imagem daquele jogo na cabeça. A seleção alemã melhorou muito desde então. Inclusive, aquele jogo parece ter sido um divisor de águas para o time de Klinsmann. Muito criticado pela imprensa mundial, o técnico conseguiu dar padrão de jogo à sua seleção e desde aquela vergonhosa derrota para os italianos, a Alemanha não perdeu mais. Com o apoio da torcida, eles ficaram ainda mais fortes.
Na hora certa
Como na maioria dos Mundiais, a seleção italiana começou meio cambaleante e foi crescendo com o decorrer dos jogos. O desempenho nas quartas-de-final contra a Ucrânia mostrou que os italianos estão preparados para enfrentar a seleção alemã e sua torcida.
Grandes goleiros
O jogo entre Itália e Alemanha vai reunir os dois melhores goleiros da Copa do Mundo. De um lado, o explosivo Buffon, que sofreu apenas um gol e vem sendo considerado o grande jogador italiano no Mundial. Do outro lado, o seguro e discreto Lehmann, que se tornou herói nacional após pegar dois pênaltis no confronto com a Argentina. Os atacantes terão que ser muito frios para superar essas duas muralhas.
Ausência sentida
A suspensão do volante Frings pode ter reflexos negativos na seleção alemã. Sem entrar no mérito da decisão da Fifa, a seleção da casa foi prejudicada. O volante é o motorzinho do time alemão. Em todos jogos, ele se destacou por sua eficiência na marcação. A melhora no desempenho da dupla de zaga alemã muito contestada antes do Mundial está diretamente ligada ao desempenho de Frings. Independente de quem for o escolhido para ocupar seu lugar, a Alemanha vai sentir muito sua falta.





