São Paulo - Enquanto os homens esperam pelo amplo domínio dos quenianos e etíopes na edição deste ano da São Silvestre, as mulheres adotam um discurso mais otimista e prevêem equilíbrio na prova do próximo dia 31.
''O nível técnico das atletas brasileiras melhorou muito. A prova é difícil, porque tem muitas subidas e descidas, mas espero ser a primeira brasileira na classificação'', disse Fabiane da Silva, que se preparou em Campos do Jordão (1.700 m de altitude) para a corrida.
No ano passado, Fabiane foi a segunda melhor atleta nacional na prova (quinto lugar), ficando atrás de Adriana de Souza (quarta colocada).
Outros destaques brasileiros na prova feminina são Maria Zeferina Baldaia, Marizete Rezende, Márcia Narloch e Selma dos Reis.
As principais rivais estrangeiras são a queniana Margaret Okayo recordita e vencedora da Maratona de Nova York , a equatoriana Martha Tenório campeã da edição de 1987 e a russa Olga Romanova campeã européia dos 10 mil metros , mas que nunca competiu em uma prova com 15 km, como é a corrida paulistana.
A última vez que uma atleta brasileira venceu a São Silvestre foi em 1996, façanha obtida por Roseli Machado.

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