Muita gente em Londrina, entre pilotos e pessoas, de um modo ou de outro, ligados no automobilismo e motociclismo, não estão nada satisfeitos com a comissão que vem dirigindo o Autódromo Internacional Ayrton Senna. O circuito anda às moscas e as provas estão cada vez mais raras. A Superturismo aconteceu porque a categoria está começando e seu promotor, Antônio de Souza, tem uma ligação com a cidade. Já a F-3, que vai acontecer no dia 28, só vem porque a pista de Goiânia está em reformas.
As críticas que vêm para a comissão são desde as mudanças internas que foram feitas no autódromo, na locação dos bares e dos produtos neles vendidos, até mesmo no que diz respeito aos preços cobrados para testes ou eventos, o que fez com que muita gente desista de realizar os mesmos.
O duro é que a maioria do pessoal que tece as críticas não gosta de aparecer. Seria melhor mostrar a cara e apontar o que de errado (se houver) está acontecendo nesta administração do autódromo.
Agora, na minha opinião, existem muitas mágoas ainda entre as pessoas que estão no comando do nosso automobilismo. A não gosta de B porque este deixou de fazer muitas coisas quando esteve no comando do autódromo. B retruca dizendo que pelo menos naquela época a cidade estava movimentada com as provas, hotéis cheios e por aí afora.
Já C aponta que B quer tomar conta de tudo como se fosse dono e até favorece certas causas. E por aí afora. Enquanto isso, nós, o público e a maioria dos pilotos ficamos torcendo para que as coisas mudem. Do jeito que está não pode ficar.

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