Apesar de já ser a terceira passagem de Edmilson pelo Oita Trinita, o jogador ainda não sabe falar japonês. E isso já o fez passar por situações engraçadas algumas vezes.
Causos é que não faltam. ''Uma vez teve um terremoto aqui e eu queria contar para o massagista como que tinha balançado. E eu falava que balançou tudo. Deu uns minutos e ele trouxe para mim uma balança de chão'', disse rindo.
Passou ainda por situações mais embaraçosas, como ele mesmo conta. ''Uma vez estávamos em um restaurante com o pessoal do time e resolveram fazer um brinde. Então eu levantei e falei 'tim-tim'. Ficou todo mundo olhando com uma cara esquisita eu falei de novo e começaram a dar risada. Depois que fui entender o que significa a tim-tim em japonês (pênis)'', contou.
Com relação à comida, ele não tem problemas. Sempre que vem para o Brasil leva o feijão preto para garantir a feijoada do ano. Mas não reclama da comida japonesa. Mesmo porque não tem boas recordações da culinária de quando jogou na Coréia do Sul. ''Comi carne de cachorro lá na Coréia. Foi um jantar que a diretoria organizou e havia duas meses. Uma com comidas tradicionais deles e outra para os estrangeiros. Eu experimentei a carne de cachorro e os outros brasileiros ficaram bravos. Falaram 'pô, comer o melhor amigo do homem é sacanagem''', brincou. (T.M.)

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