Muitas histórias serão lembradas no encontro do dia 28
Quando grandes jogadores e técnicos se encontram é impossível não se recordar de histórias marcantes. Muitas delas serão relembradas no encontro da bola pesada. Algumas foram adiantadas para a reportagem da Folha.
O ex-técnico Gumercindo Gonzaga Marcantônio conta que em 1984 os Jogos Abertos do Paraná foram realizados em Londrina. Um dos principais adversários era a equipe de Curitiba, base da seleção paranaense. Na fase preliminar, um diretor da Ametur chegou a sugerir que Londrina, já classificado para a semifinal, perdesse uma partida para não enfrentar Curitiba. ''Eu falei para ele dizer isso a meus atletas''.
O dirigente não teve coragem e Londrina venceu Curitiba por 2 a 1, de virada. Na final enfrentou Foz do Iguaçu. O Moringão estava lotado e Londrina começou vencendo por 3 a 0. Quando o jogo parecia ganho, a equipe da fronteira chegou ao empate, faltando pouco mais de dois minutos, para desespero do técnico. ''Ele deu uma bronca em todo mundo. Fez duas alterações e vencemos por 6 a 3'', recorda Caio. No final da partida houve uma briga generalizada entre torcida e jogadores.
Em 99, nos Jogos Abertos disputados em Toledo, Wilton Santana era o técnico da seleção londrinense. Na decisão de terceiro lugar contra Cascavel, ele tomou uma decisão que surpreendeu a todos. Antes do início da disputa de pênaltis, trocou o goleiro Roger por Luciano Puzzi, jogador de linha. ''Ele pegou dois pênaltis e vencemos a partida'', observa. (G.A.)





