Com a confirmação do jogo entre a Seleção Brasileira e o Chile, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, dia 7 de outubro, o presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Onaireves Rolim de Moura, e o superintendente de futebol do Coritiba, Carlos Zanetti, agora se esforçam para criar um clima positivo para a chegada da Seleção.
Na tentativa de trazer a Seleção, os dirigentes fizeram algumas concessões para o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. A principal é uma campanha para evitar que a torcida paranaense hostilize os atletas mesmo que apresentem um futebol medíocre e sem criatividade.
Teixeira não gostou das vaias dos torcedores paranaenses ao time brasileiro no amistoso contra o Panamá, no Estádio Joaquim Américo, há dois meses. ''Esse é um momento de união. A torcida precisa aplaudir o Brasil. Essa partida será a primeira que vale pontos. Antes, nós só tivemos amistosos em Curitiba. Se a Seleção se classificar podemos até mesmo sediar o jogo da despedida para a Copa'', prega Zanetti.
''Não será permitida a entrada de pessoas no estádio com uniformes de clubes paranaenses ou de outros estados. Não queremos dividir os torcedores, mas sim a confraternização da torcida, como ocorreu em Porto Alegre'', anunciou Moura.
A Federação tem um plano mirabolante para colorir o Alto da Glória, mas ainda corre atrás de patrocinadores. ''Quero ver os torcedores com bandeiras na mão e usando camisas verde e amarela nas arquibancadas'', disse Moura.
Serão colocados à venda 53.232 ingressos a partir de quarta-feira. Os preços proibitivos são os de camarotes, tribuna de honra, cadeira inferior e superior, que variam de R$ 50,00 a R$ 100,00. Já a arquibancada custará R$ 20,00. Os mais baratos são os de meia arquibancada, a R$ 10,00.
O custo para trazer a seleção não ficou claro. ''Uns R$ 70 mil'' falou o presidente da FPF. Já o superintendente do Coritiba falava em R$ 600 mil.

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